Sempre que houver desconforto, dor, queda de desejo, dificuldade de excitação, alterações após parto, menopausa, uso de medicamentos ou simplesmente quando existir vontade de compreender melhor a própria sexualidade
Sim. A libido pode variar conforme fases hormonais, emoções, rotina, relacionamentos, gestação, pós-parto e menopausa. Avaliar essas mudanças ajuda a entender o que é esperado e o que pode ser cuidado.
Não. Dor nunca deve ser considerada normal. Ela pode ter causas hormonais, musculares, inflamatórias ou emocionais e deve ser investigada para tratamento adequado.
Sim. Variações hormonais podem impactar desejo, lubrificação, sensibilidade e conforto. O acompanhamento médico permite identificar essas alterações e orientar o cuidado correto.
Sim. O pós-parto envolve mudanças físicas, hormonais e emocionais. A retomada da vida sexual deve respeitar o tempo do corpo e da mulher, com orientação e acolhimento.
Pode afetar, sim. Sintomas como ressecamento vaginal, dor, queda de libido e desconforto são comuns, mas têm tratamento. Cuidar da sexualidade nessa fase faz parte da qualidade de vida.
Sim. Muitas mulheres procuram a consulta para autoconhecimento, orientação, prevenção e melhora da relação com o próprio corpo, sem necessariamente ter uma queixa definida.
Sim. A sexualidade envolve corpo, mente e emoções. Quando necessário, o cuidado pode ser integrado a uma abordagem multidisciplinar.
Sim. Sexualidade é saúde. Cuidar dela é tão importante quanto cuidar do ciclo menstrual, da fertilidade ou da gestação.