“Sou aquela que vai te ouvir com calma, vibrar com seu positivo, apoiar no negativo e lembrar: seu corpo merece respeito sempre.”
Cuidado completo, da adolescência à menopausa.
Acompanhamento humanizado, voltado à escuta e prevenção.
O ideal é realizar consultas ginecológicas de rotina uma vez ao ano, mesmo que não haja sintomas. Esse acompanhamento ajuda a prevenir, diagnosticar precocemente e orientar cuidados com a saúde íntima em todas as fases da vida.
Não. Sentir dor durante a relação sexual não é normal, e é importante que a gente fale sobre isso sem tabu. Muitas mulheres passam por isso em silêncio, achando que é algo que devem suportar, mas não é. A dor é um sinal do corpo de que algo precisa de atenção. Pode ter causas físicas, como ressecamento vaginal, infecções, endometriose, alterações hormonais ou emocionais, como ansiedade, tensão, traumas ou até a forma como o corpo tem se relacionado com o prazer e com o parceiro(a). Cada caso é único, e o ideal é que se investigue, com acolhimento e sem julgamentos. Você não precisa conviver com dor.
Nem sempre. A secreção vaginal natural é transparente ou esbranquiçada, sem cheiro forte e varia ao longo do ciclo. Mas mudanças na cor, odor ou quantidade, especialmente se acompanhadas de coceira ou ardência, merecem avaliação médica.
Desde alterações hormonais e estresse até condições como ovário policístico e disfunções da tireoide. O ideal é investigar cada caso.
Não. A fertilidade costuma retornar após a suspensão do método, mas é importante escolher o contraceptivo com orientação médica.
Depende da queixa e do exame a ser realizado. Para exames preventivos (como o Papanicolau), o ideal é aguardar o fim do fluxo. Mas se você estiver com dor, sangramento irregular ou algum sintoma urgente, a consulta deve ser mantida, mesmo durante a menstruação.
O exame preventivo, agora o Teste Molecular de DNA-HPV, substitui gradualmente o Papanicolau para detectar o HPV (principal causa do câncer do colo do útero) em mulheres de 25 a 64 anos, com intervalos de rastreamento maiores (até 5 anos), sendo mais preciso e identificando o vírus antes das lesões. O início continua após o início da vida sexual, mas com foco na detecção do HPV, e a frequência é mais espaçada que o anual, sendo feito a cada 3 ou 5 anos, dependendo do resultado e orientação médica.